segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Então, você vê alguma diferença?


Às vezes recebemos oportunidades e demoramos pra entender o porquê. Mas nada acontece por acaso, tudo no final vai fazer sentido se soubermos aproveitá-las. Eu fui escolhida para viver uma experiência muito bonita e, que depois dela, com certeza não serei mais a mesma. Não falo em uma transformação, mas em evolução, amadurecimento.
O preconceito é algo presente em nossa sociedade, mesmo no século XXI as pessoas continuam a descriminar qualquer indivíduo ou grupo que não esteja de acordo com as normas impostas pela sociedade.
Quando falamos em homossexualidade, especialmente, as manifestações preconceituosas se dão de forma mais intensa e, muitas vezes acompanhadas de violência. Homossexuais são estigmatizados e marginalizados por não se enquadrar nesses padrões sociais tidos como “corretos” e, muitas vezes não tem seus direitos básicos de cidadão assegurados pelo Estado.
O que esquecemos nesse caso, é que se queremos ser respeitados como somos devemos respeitar as pessoas como elas são, afinal, são as diferenças que tornam a vida interessante. Cada um com seu cabelo, seu jeito de vestir, sua cor de pele, preferências musicais e sexuais tem o direito de ser feliz. As questões que devem ser motivo pra discussão são outras, e não cabe voltar a esse assunto aqui.
Se todos começarmos hoje a mudar alguns comportamentos, iniciando pelo respeito ao próximo, em menos tempo que imaginamos teremos uma sociedade melhor, Se é utopia, que seja. Eu acredito em um mundo melhor e, acho que vale a pena lutar por essa causa.
Ninguém precisa aceitar um homossexual, mas respeitá-lo sim. Incorpore pequenas atitudes de amor ao seu dia-a-dia, deixe de lado os preconceitos e seja feliz!

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Jornalista por formação.


Que o Brasil é o país da impunidade, todos já sabemos. Aqui, políticos fazem o que querem com o dinheiro público, ridicularizam as seções do senado com ofensas e acusações, sem a menor cerimônia.
Dentro desse cenário, onde existe um total descontrole de poder (ou seria o contrário), no dia 17 de julho deste ano o STF aprovou, por 8 votos a 1, a não obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão de jornalista, decepcionando não somente a categoria, mas, principalmente a sociedade que perde em qualidade de informação.
O que estava em jogo neste dia era mais que a obrigatoriedade ou não do diploma para jornalista, mas o interesse das grandes empresas de comunicação em desregulamentar uma profissão que, há mais de 40 anos constrói conhecimento nessa área especifica para atender um direito básico do cidadão: receber informação séria, de qualidade e isenta. Final de história, STF pressionado por essas empresas se vendeu para o patrão!
A pergunta que devemos nos fazer é: até quando vamos permitir que essa vergonha continue? Não dá pra aceitar que a corrupção e o jogo político decidam o que é melhor pra sociedade, ainda mais quando se tem consciência de que o privado está sempre em primeiro lugar para os nossos excelentíssimos representantes políticos.Protestos estão sendo feitos em todo o Brasil e, o apoio da sociedade nesse momento é um incentivo para que os estudantes continuem lutando contra o oligopólio midiático (grandes empresas da mídia), contra as decisões equivocadas do Supremo Tribunal Federal e contra os escândalos políticos vergonhosos e constantes em nosso país.

Cada volta é um recomeço!


Durante um tempo (longo tempo) deixei de publicar minha opinião nesse espaço criado especialmente para levantar questões importantes e polemicas. Vários motivos contribuíram para essa decisão, assim como hoje, vários motivos me levam a voltar escrever. Expressar minha indignação com o cenário político do nosso país é um desses motivos, tentar de alguma forma contribuir com informações sérias é outro.
Para marcar a volta o tema não poderia ser outro: o Diploma de Jornalista. Afinal, foi aí que tudo começou.
Uma boa leitura a todos!
Beijos

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O Que Eu Também Não Entendo


Quando comecei escrever o blog, coloquei como objetivo a informação, ajudar as pessoas há conhecer um pouco mais sobre a situação e os acontecimentos das autoridades da nossa sociedade.
A idéia continua a mesma, informar. O que mudou foram os aspectos.
Saber o que acontece na política, na economia, na religião, etc., é importante. Diria que essencial.
Mas e com as pessoas? O que se passa com elas... temos como entender?
Há alguns dias, comecei ler um livro de auto-ajuda, bem interessante, “Um Dia Minha Mente Se Abriu Por Inteiro”, de Iyanla Vanzant. O livro é dedicado ao Ego, aquela parte de nós que muitas vezes é simplesmente impossível controlar.
Não sei até que ponto o livro mexeu comigo, e nem qual a influência que ele tem sobre essas linhas. O que posso afirmar, é que quando me dou conta de como as pessoas são complicadas, entro em pânico.
Acredito que além do livro, a convivência com os amigos, as conversas com colegas, vizinhos, foram o que mais contribuíram para essa confusão que se instalou na minha cabeça.
Sempre que falo a respeito de política, ou afins, as pessoas costumam ter opinião formada, ou pelo menos uma idéia do assunto elas têm. Mas e quando falo de assuntos pessoais, isso mesmo, “relacionamentos”, porque elas se perdem, ficam desconcertadas?
Não tenho aqui a resposta para essa dúvida, é justamente por isso que escrevo. Para tentar descobrir o motivo pelo qual a grande maioria das pessoas não tem relacionamentos saudáveis, e muito menos duradouro umas com as outras.
Algumas pessoas até tentam se convencer de que é complicado confiar, ou que viver sozinha causa menos problemas. A verdade é que, apesar de todos os livros que já foram lançados tentando entender a cabeça de homens e mulher, não existe fórmula para isso.
Continuamos vendo as mesmas cenas, as mesmas crises, as mesmas conversas sem conclusão alguma.
Como posso querer entender a economia do país, se não entendo nem mesmo o que se passa comigo?
Como diz Arnaldo Jabor, homens e mulheres estão a cada dia mais carente de compreensão, de companhia, de carinho, sem exigências, sem cobranças, mas acima de tudo com respeito pelo próximo.
Realmente, eu não entendo! Como pode o ser humano viver preocupado, cheio de dúvidas, ter tanto medo de confiar, precisar de provas, recusar-se a praticar o que prega?
Porque precisamos estar certos o tempo todo?
Aceitar que ninguém é perfeito, que nós não somos perfeitos, é um grande passo. Mas não significa que vamos saber como agir, que não vamos nos sentir inseguro às vezes.
Será que sabemos quando devemos mudar e largar mão do que só nos faz sofrer? seja um emprego, um namoro, qualquer envolvimento... ou mesmo nossos pensamentos, nossas ansiedades e fantasias...
Se um dia terei essa resposta, não garanto. Só não quero desperdiçar meus dias tentando entender o inexplicável e, tão pouco, sofrendo pelo que não passa de incômodo...

terça-feira, 13 de maio de 2008

Um Basta à Igreja Católica


Quanto mais a gente pensa, mais a gente se revolta!
É assim que muitas pessoas estão pensando sobre a Igreja Católica, depois de tantos casos de abuso sexual que estão vindo à tona, e sobre os quais a Igreja não está fazendo quase nada.
A mídia diante de muitos aspectos nos oferece uma constante avalanche de informações, as quais acabam sendo confundidas e muitas vezes mal interpretada. É preciso ter uma pouco mais de conhecimento para não se deixar manipular pelo que nos é transmitido todos os dias.
Porém, com essa atualização continua das informações, podemos ter contato com o que está sendo realizado pelas “autoridades”, sejam elas políticas, religiosas, econômicas, etc., tendo assim a oportunidade de refletir, e principalmente tomar uma atitude. Desde 2002 a imprensa vem divulgando casos de pedofilia, cometida pelos padres da Igreja Católica.
Os casos têm acontecido nos Estados Unidos, e já atingiram quase todas as dioceses do país, e como é de se imaginar estão deixando cicatrizes enormes.
Lamentável, mas inevitável, a primeira visita que o Papa Bento XVI fez aos EUA foi justamente para tratar do assunto dos padres pedófilos.
O Papa expressou dor e pediu atenção redobrada pelas vítimas, e disse também que se sentia “profundamente envergonhado” pelos casos que vem acontecendo. Depois de celebrar uma missa pelas vítimas, o Papa se reuniu com algumas das vítimas molestadas, escolhidas a dedos e a portas fechadas.
E depois disso, o que esperar da Cúpula da Igreja Católica? As vítimas americanas esperam e exigem que seja tomada uma providência concreta, para evitar que algo parecido volte a acontecer. Mas até agora nada foi feito. O Vaticano anunciou que estava pensando em fazer mudanças no código... PENSANDO!!! E em quanto isso como ficam as famílias das vítimas?
Aliás, mesmo que sejam tomadas as providências, durante todos esses anos foram registradas mais de 13 000 vítimas, e mais de 5 000 padres pedófilos.
Realmente um número grande de famílias que jamais serão as mesmas. Isso sem contar os casos em que as vítimas se suicidaram.
Com certeza isso explica o motivo de boa parte dos Católicos estarem virando as costas para a Igreja e suas orientações.
Acredito que tem mais haver com lutar e desejar o bem, transmitindo a idéia de confiança em algo, do que continuar seguindo valores que não respeitam mais a vida.
Seja qual for a crença, isso não representa muito, o que faz sentido e dá sentido as coisas, é antes de mais nada valorizar cada pessoa como sendo única e sagrada.
Não devemos fechar os olhos para o que acontece ao nosso redor, mesmo que não estejamos diretamente envolvidos, temos sempre um pouco de responsabilidade sobre nosso semelhante. Quando somos capazes de compreender o sofrimento humano, deixamos de ser apenas mais um número e passamos a assumir nosso compromisso diante da vida.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

A Arte Como Forma de Socialização


A Arte está presente no mundo desde que houve indícios de humanos na terra.
Palavra designada do Latim, significa técnica ou habilidade, e é geralmente entendida como atividade humana ligada a estética, a beleza, constituída por um artista, a partir de suas emoções, sentimentos e percepções.
O contexto de Arte muda de acordo com a sociedade e época, conforme as necessidades de cada comunidade ou civilização.
Nos dias atuais, a Arte passa a ser vista como uma faculdade da mente humana para ser classificada do meio da religião e da ciência.
A Arte expressa antes de qualquer coisa, o que cada pessoa traz dentro de si. Ela proporciona a oportunidade de sermos nós mesmos, e de demonstrar nosso entendimento, reivindicação, ou seja, qual for a reação diante de algum fato.
Seja através da música, da poesia, da fotografia, pintura etc., vemos na Arte uma possibilidade de crescimento pessoal, individual, mas que acima de tudo é humano. A Arte humaniza!
Em nosso país, aonde a Educação não vem enfrentando seus melhores dias, precisamos de um processo educacional assim, que una Educação a Arte, que vá além do racional, mas que busque a essência de cada aluno, que proporcione a ele uma formação completa de sua existência.
Mais que pessoas inteligentes, precisamos de pessoas preocupadas com o seu semelhante. Pessoas que sejam capazes de compreender um sorriso ou um silêncio, pessoas que saibam ouvir e saibam falar.
Não vejo uma oportunidade melhor para que isso aconteça, senão, por meio da Arte.
Que seja permitido a cada pessoa, expressar seus sentimentos, buscar não o que é belo fisicamente, mas o que é belo e explicado pela religião, seja ela qual for: “A beleza interior”, chamada de “ALMA”.
Acho que somente através de uma boa Educação, com sólida formação humana, poderemos contar em um futuro bem próximo, com pessoas mais sensíveis e gentis, e aí sim, teremos a certeza de que caminhamos para um novo mundo, onde será possível acreditar na justiça, no amor e na paz!
"Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande... é a sua sensibilidade, sem tamanho..."
(Willian Shakespeare)

quinta-feira, 24 de abril de 2008

O Significado de Lealdade.

Desde criança aprendemos que para sermos pessoas de bem precisamos ser leais. Mas afinal, o que significa Lealdade? Lealdade é o estado de ser leal; o propósito ou devoção de fidelidade a alguma pessoa, a uma causa.
Se cada pessoa fizesse um teste consigo mesmo, qual seria o resultado? "Será que estamos sendo leais? "
Nos dias que vivemos, é cada um por sí e Deus por todos, pelo menos é assim que a maioria da sociedade pensa. Se precisar contar uma "mentirinha" para a esposa, filhos, etc., a gente conta, nada grave, apenas para remediar uma situação que criamos e que não era o momento. Pois bem! ai começou uma sequência de mentiras que colocam em jogo a nossa honestidade, muitas vezes para com nós mesmos.
É engraçado, como temos a idéia de que mentir para alguém que nos ama, como pai e mãe, filhos etc., é sempre mais fácil que mentir para o chefe, colegas de trabalho, professores etc., pessoas que temos a certeza que no maxímo sentem por nós carinho, nada comparado ao amor que recebemos de pai, mãe e filhos. Mas que justamente por sabermos que quem nos ama geralmente nos entende, é exatamente para elas que mentimos mais.
Quantas vezes você já não prometeu para seus filhos um final de semana de brincadeiras, sorrisos e troca de carinhos, e não teve que dar uma desculpa quando teu chefe te convidou para um futebol acompanhado de um churrasco? Hum... é assim que acontece muitas vezes. Decepcionamos as pessoas que estão sempre ao nosso lado, que sabemos que não vão nos abandonar quando não conseguirmos mais atingir as metas da empresa, para agradar alguém que pode nos substituir a qualquer momento.
Não acho que não devemos preservar um emprego, claro que sim! mas ai colocar para trás quem nos ama é demais.
Não é isso que falamos em tempo de campanha eleitoral? ah! ele promete para se eleger, ou "é promessa de político", e isso não nos faz sentir um certo nojo dessas pessoas? de saber que são dissimuladas e que seus interesses estão sempre a frente da sinceridade?
E assim nós agimos de vez enquando, até que se torna normal, e ai aprendemos a prometer e não cumprir, e quando percebemos, nossos pais e filhos realmente não deixaram de nos amar, apenas não acreditam mais em nós, e como diz o velho ditado: "Você leva anos para conquistar a confiança de alguém, e apenas segundos para perdê-la", então chegou a hora de corrermos atrás do prejuízo, não material, pelo que prometemos que daríamos e não demos, mas pelas pequenas decepções que causamos ao únicos que jamais vão nos esquecer.
Pensar bem antes de faltar com honestidade é a melhor solução, só assim podemos cobrar que as pessoas sejam sinceras conosco, afinal, não há nada pior que ser enganado, principalmente por aquelas pessoas que tinhamos certeza que não nos decepcionariam.